Onde agora o olho
Aberto àquele, claro sonho,
Rosa que se aflora
À revelia desta arbórea
Face que se caça
Na luz que mira a caça,
Olho que desaloja o outro?
Quem me olha quando a mansa
Cor dos seus olhos avança
A rubra face de meu corpo?
para r.
ah! ñ dá para deixar de comentar uma poesia como a sua...
ResponderExcluirintuitividade e intenso trabalho formal que parece uma sua segunda natureza de tão fluida q a tua poesia acontece aos ouvidos e aos sentidos internos da gente... Tem tanto texto despoético por aí q esse blog é como um oásis, um vício inevitável...
Viver na rota da poesia, é isso que também me acontece... você descortinou isso pra mim, de repente ! bela a apresentação do Blog e a sua sinceridade na escrita.
ResponderExcluirQual a ciência que preocupava Da Vince
ResponderExcluirNo tato triangular que aflora as vistas
Tanta astúcia na mácula lútea
Desafia olhos céticos
Até à vista!
http://bestiariovirtual.blogspot.com/